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Santander - Atualizações do mercado financeiro

Data de publicação: 12/08/2022

Abaixo os últimos acontecimentos:

 
DESTAQUE GLOBAL
 
Os mercados financeiros internacionais tentaram manter o bom ritmo da semana no pregão de ontem, o que inicialmente aconteceu por conta da divulgação do índice de preços ao produtor dos Estados Unidos, que teve deflação de 0,5% em julho. Assim como a inflação ao consumidor, este resultado ao produtor também veio abaixo do esperado e deu algum fôlego aos negócios no início do pregão. No entanto, ainda não há consenso em relação ao fato de a inflação ter ou não chegado no pico e, enquanto não houver sinais mais claros de que está em rota descendente, os ativos devem continuar apresentando volatilidade. Com isto, as bolsas globais perderam fôlego ao longo do pregão e fecharam sem direção única. Em Nova York, o índice Dow Jones subiu 0,08%, enquanto S&P 500 e Nasdaq cederam 0,07% e 0,58%, respectivamente. Nos juros futuros, as Treasuries (títulos públicos norte-americanos) tiveram altas ao longo de toda a curva, mas isto não evitou um leve enfraquecimento do dólar em âmbito global. Já no petróleo, as cotações tiveram fortes altas ontem depois de uma sequência de baixas, repercutindo relatórios da Opep e da Agência Internacional de Energia. No encerramento, o preço do barril WTI subia 2,62% a US$ 94,34 e o do barril Brent tinha alta de 2,26% a US$ 99,60.
 
Hoje, teremos uma agenda fraca no Brasil e no mundo. Na abertura dos mercados, a divulgação dos dados de crédito na China revelou um volume de empréstimos muito abaixo do esperado e causou alguma repercussão nas negociações na Ásia. Ainda na China, foi divulgado hoje que 5 empresas chinesas vão parar de ser negociadas nos Estados Unidos por conta de um desacordo sobre requisitos de auditoria por parte das autoridades norte-americanas. O movimento pode ser o início de uma retirada mais ampla de empresas chinesas das bolsas dos Estados Unidos.

 
DESTAQUES NO BRASIL
 
O setor dos serviços brasileiro registrou uma alta de 0,7% em junho na comparação com maio, já descontados os efeitos da sazonalidade. O resultado foi melhor do que as expectativas, cuja mediana estava em 0,4%. Importante ressaltar, no entanto, que houve revisão para baixo no dado de maio, que apontava alta de 0,9% que foi revista para +0,4%. Na comparação interanual, o volume de serviços prestados em junho foi 6,3% superior ao de junho de 2021, colocando o volume do setor em um patamar 7,45% acima do registrado no pré-pandemia. O desempenho continua bem desigual entre os segmentos dos serviços, mas com exceção dos serviços de informação e comunicação, todos os segmentos tiveram alta em junho. O único segmento que ainda está abaixo do patamar pré-pandemia são os serviços prestados às famílias, que é um importante componente do Produto Interno Bruto (PIB) e do mercado de trabalho, mas que deve continuar se recuperando nos próximos meses. Desde que as medidas de restrição contra a Covid foram retiradas, temos visto a retomada do setor dos serviços em detrimento do setor do comércio, movimento este que deve continuar nos próximos meses.
 
O resultado do setor de serviços acabou ofuscado pelo movimento externo. Além disto, o mercado financeiro brasileiro vinha de forte movimento positivo nos últimos dias, mais precisamente, desde a decisão de política monetária na quarta-feira passada. Desta forma, dados os ganhos recentes e o ritmo morno no exterior, o pregão de ontem foi marcado por realizações de lucros. Na bolsa, o Ibovespa interrompeu uma sequência de sete altas consecutivas, registrando uma perda de 0,46% ontem, o que trouxe o índice para o patamar de 109.717 pontos. O real também devolveu parte das valorizações recentes, com a cotação do dólar tendo alta de 1,44% a R$ 5,15.  Os contratos do DI tiveram leve aumento de risco ao longo da curva. No ajuste, o contrato com vencimento em janeiro de 2023 estava estável em 13,72%, enquanto os contratos com vencimento em janeiro de 2025 e janeiro de 2027 tinham alta a 11,95% e a 11,79%, respectivamente.

Fontes: Folha de São Paulo, Valor Econômico, Estado, Globo, Gazeta do Povo, Goldman Sachs, JP Morgan, Gavekal, Capital Economics, Vital Knowledge, MCM, Pastore Associados, Bloomberg, Broadcast.

INDICADORES

 

FECHAMENTO DO MERCADO EM 11/08

· Ibovespa:109.718  pontos (-0,47%)

· S&P 500: 4.207 pontos (-0,07%)

· Dólar (Ptax venda): R$/US$  5,16 (+1,23%)

 
 

 
EXPECTATIVAS
 
O mês de julho foi marcado por uma queda no preço das commodities e maiores apertos monetários (via aumento de taxa de juros) pelos principais Bancos Centrais, com destaque para elevação do Banco Central Europeu (BCE) que surpreendeu o mercado financeiro. Porém, apesar disso, observamos números fortes de inflação na Zona do Euro, onde seguem em níveis recordes. A tendência é de continuidade no aperto monetário.
 
Já o conflito entre Rússia e Ucrânia continua sendo uma preocupação na Europa. Ao longo do mês, manutenções do gasoduto Nord Stream, que liga a Rússia à Alemanha, provocaram interrupções no fornecimento de gás natural, o que trouxe receios de um corte no abastecimento e com suas consequências: com o tempo passando e o inverno se aproximando, o consumo aumenta e poderá pressionar ainda mais o nível de inflação.
 
Na China, as cadeias produtivas ainda não se recuperaram completamente dos impactos causados pelo coronavírus e a política zero covid ocasiona em ainda mais atrasos na sua normalização e gera incertezas. Recentemente, autoridades do país falaram que não devem entregar o nível de crescimento esperado para o ano, apesar dos estímulos já implementados. Além disso, problemas no setor imobiliário geram incertezas e provocam uma queda no preço de minério de ferro, dado uma redução do ritmo da atividade e receios de que o problema seja maior, nesse setor que é o mais relevante na economia Chinesa.
 
Nos EUA, o Banco Central norte-americano (FED, na sigla em inglês) repetiu a dose do aperto monetário e subiu os juros em 0,75pp, porém o presidente da instituição sinalizou que o ritmo das próximos altas pode ser menor e com isso a reação foi de uma melhora no humor dos investidores. Ainda assim, o próprio presidente deixou claro que não é nada garantido e que os próximos movimentos vão depender da evolução dos dados econômicos e, por ora, novas elevações dos juros ainda serão necessárias. Em nossas estimativas, a taxa de juros deve encerrar o ano em 4% e atingir 4,5% no começo do próximo ano, o que provoca volatilidade nas bolsas internacionais e local, além do próprio nível do dólar.
 
No Brasil, em função de medidas fiscais do governo, elevação de auxílios e redução de impostos com objetivo de controlar a inflação, o resultado foi um incremento no risco fiscal, o que pode exigir uma resposta do Banco Central Brasileiro, com uma extensão do aperto nos juros e um maior período de juros elevados. No momento, o Departamento Econômico do Santander acredita em mais duas elevações de 0,5pp, com a SELIC chegando em 14,25% no final desse ano.
 
Desta forma, o cenário atual de taxas de juros elevadas favorece os investimentos em Renda Fixa, com exposição a emissões públicas ou privadas. Porém, enxergamos oportunidades na classe dos Multimercados, para quem possui um horizonte de médio/longo prazo para suas aplicações, diante da flexibilidade e agilidade dos gestores nas alocações de ativos. A diversificação continua sendo a nossa principal recomendação e, para isso, conte com as nossas Carteiras Modelo, que são propostas de combinações de produtos, buscando retornos diferenciados com equilíbrio de risco, de acordo com o seu perfil de investidor.
 
Fontes: Folha de São Paulo, Valor Econômico, Estado, Globo, Gazeta do Povo, Goldman Sachs, JP Morgan, Gavekal, Capital Economics, Vital Knowledge, MCM, Pastore Associados, Bloomberg, Broadcast.
 
 

CARTEIRAS MODELO

 

Em momentos como este, ter um profissional qualificado, que possa apoiar sua decisão sobre seu portfólio de investimentos é ainda mais importante. Por isso, nossos estrategistas elaboram as Carteiras Modelo, que são compostas por soluções de investimentos que buscam se beneficiar em um cenário de retomada da economia, combinadas a estratégias de proteção, que objetivam diminuir os impactos de momentos adversos, como o que estamos passando. Tudo isso, considerando sempre seus objetivos e perfil de risco. Continuaremos atentos aos movimentos de mercado e estamos aqui para apoia-la (o) em qualquer decisão.

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