Santander - Atualizações do mercado financeiro

Data de publicação: 26/07/2021, às 11h20

Abaixo os últimos acontecimentos:

DESTAQUE GLOBAL
 
Os investidores internacionais estão na expectativa da decisão da política monetária dos Estados Unidos, que será divulgada na quarta-feira (28/07/2021). Espera-se que o Fed, o Banco Central Americano, mantenha o atual nível de estímulos monetários, o que favorece a liquidez e as condições financeiras globais. As bolsas de Nova York fecharam em alta, com Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq subindo 0,24%, 0,24% e 0,03%, respectivamente.  Todos os índices renovaram as máximas históricas no fechamento de ontem (26/07/2021).
 
No mercado cambial, o dólar perdeu força no âmbito global, com o índice DXY (Índice Dólar Norte-Americano) caindo 0,30%, reflexo da percepção de que o Fed irá manter a atual política monetária acomodatícia. Esse movimento se refletiu no real, que fechou o dia com valorização. A cotação do dólar caiu 0,70% a R$ 5,17, mas ainda acumula valorização de 4,04% frente ao real no mês de julho.
A agenda econômica do dia estará novamente esvaziada, com os destaques internacionais sendo a divulgação da confiança do consumidor nos Estados Unidos e o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgando as projeções sobre o crescimento global.

DESTAQUES NO BRASIL
 
O mercado brasileiro segue digerindo o IPCA-15 divulgado na sexta-feira (23/07/2021), que veio acima das expectativas do mercado. A surpresa já impactou o boletim Focus dessa semana, que trouxe um aumento da projeção para o IPCA de 2022, que foi de 3,75% na semana passada para 3,80% ontem, o primeiro aumento em cinco semanas. Essa projeção estava em queda ou estável desde que o Banco Central endureceu o discurso e adotou uma postura mais comprometida com o centro da meta de 2022, que é 3,5%. O mercado também elevou a projeção para a taxa Selic ao final de 2021, que foi de 6,25% para 7% ao ano.
 
A surpresa com a inflação está provocando uma forte correção da curva de juros, em especial nos contratos de curto-prazo. Depois de subir mais de 20 pontos-base na sexta-feira, o contrato de DI futuro com vencimento em 2022 subiu mais 13 pontos-base a 6,16% ontem. Observando a curva, é possível dizer que o mercado já não acredita que o Banco Central irá subir a taxa de juros em 0,75% na reunião do Copom do mês que vem, com um aumento de 1% sendo o visto como mais provável. Pelo menos por enquanto, os investidores estão dando credibilidade ao Banco Central, ou seja, acreditando que a autarquia irá conseguir controlar a inflação. Com isso, as taxas de juros futuros mais longas estão subindo menos, com o DI com vencimento em 2027 subindo 2 pontos-base a 8,70% nessa segunda-feira. Como consequência, a inclinação da curva, medida pela diferença entre os dois vencimentos, continuou seu movimento de queda, atingindo 254 pontos-base no pregão de ontem.
 
Apesar da preocupação com a inflação e o aumento dos juros futuros, a agenda econômica foi esvaziada e o noticiário político sem grandes movimentações. Assim, o Ibovespa teve um dia de recuperação ontem, fechando em alta de 0,76% a 126.004 pontos.
 
No Brasil, o destaque da agenda será o leilão de NTN-B.
 
Fontes: Folha de São Paulo, Valor Econômico, Estado, Globo, Gazeta do Povo, Goldman Sachs, JP Morgan, Gavekal, Capital Economics, Vital Knowledge, MCM, Pastore Associados, Bloomberg, Broadcast.

INDICADORES

 

FECHAMENTO DO MERCADO EM 26/07:

· Ibovespa: 126.004  pts (+0,76%)

· S&P 500: 4.422 pts (+0,24%)

· Dólar: US$/R$ 5,17 (-0,70%)

Fonte: Broadcast

EXPECTATIVAS
 
Seguimos com uma perspectiva otimista quanto à retomada econômica global, que já é evidenciada por fortes dados de atividade e também pela aceleração da imunização nas principais economias do mundo. Além disso, ainda temos um patamar de juros estimulativos, alta liquidez global e também estímulos monetários e fiscais dessas economias. Mesmo que a trajetória da inflação ainda esteja no radar, principalmente com o avanço dos preços das commodities, o cenário externo ainda é, majoritariamente, positivo.   
 
No cenário local, ainda que instabilidades políticas e a cautela em relação ao andamento das reformas estruturais estejam no radar, o recente avanço nos números inerentes à vacinação no país traz a expectativa de que o ritmo de imunização acelere ainda mais no segundo semestre, fazendo com que a recuperação da atividade econômica seja mais forte.
 
Ainda, a melhora no nível da dívida pública e a perspectiva de um crescimento significativo do PIB traz uma visão positiva aos analistas de mercado. Logo, mesmo que possa existir volatilidade no curto prazo, as expectativas apontam para uma aceleração do ritmo de imunização, o que deve ajudar na retomada gradual das economias, e somado à flexibilização das restrições de mobilidade, podemos observar oportunidades para os ativos de risco no médio e longo prazo. Assim, é importante ter um portfólio de investimentos equilibrado e bem diversificado, de acordo com o perfil do investidor, para buscar aproveitar as oportunidades que podem surgir e combinando com estratégias de proteção para os eventuais momentos mais voláteis.
 
Fontes: Folha de São Paulo, Valor Econômico, Estado, Globo, Gazeta do Povo, Goldman Sachs, JP Morgan, Gavekal, Capital Economics, Vital Knowledge, MCM, Pastore Associados, Bloomberg, Broadcast.
 

CARTEIRAS MODELO

 

Em momentos como este, ter um profissional qualificado, que possa apoiar sua decisão sobre seu portfólio de investimentos é ainda mais importante. Por isso, nossos estrategistas elaboram as Carteiras Modelo, que são compostas por soluções de investimentos que buscam se beneficiar em um cenário de retomada da economia, combinadas a estratégias de proteção, que objetivam diminuir os impactos de momentos adversos, como o que estamos passando. Tudo isso, considerando sempre seus objetivos e perfil de risco. Continuaremos atentos aos movimentos de mercado e estamos aqui para apoia-la (o) em qualquer decisão.

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