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Santander - Atualizações do mercado financeiro

Data de publicação: 01/07/2022

Abaixo os últimos acontecimentos:

 
DESTAQUE GLOBAL
 
Nos Estados Unidos, o índice de preços PCE de maio divulgado ontem (30/6/2022) mostrou aceleração de 0,6% em relação a abril, acumulando alta de 6,3% em 12 meses. Na medida do núcleo, que exclui os preços de energia e alimentação por serem mais voláteis – e é a medida preferida do Banco Central dos Estados Unidos (Fed, na sigla em inglês) para guiar as decisões de política monetária – a alta mensal foi de 0,3%, levemente abaixo da expectativa do mercado de alta de 0,4%. Nos últimos 12 meses, a alta do núcleo foi de 4,7%, um leve recuo em relação à leitura de 4,9% do mês anterior. Importante ressaltar que a alta mensal nominal dos gastos com consumo foi de 0,2% em maio, abaixo das expectativas do mercado de alta de 0,4%e, considerando o dado ajustado pela inflação, houve queda no consumo. Além disto, o dado de abril foi revisto para baixo, indo de 0,9% para 0,6%, mostrando que a economia norte-americana pode estar perdendo impulso no consumo, o que seria mais um indício de desaquecimento econômico à frente.
 
No encerramento do 2º trimestre e do 1º semestre deste ano, consolidou-se um desempenho ruim nos mercados internacionais e domésticos. No exterior, as bolsas americanas tiveram o pior trimestre desde o início de 2020. Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq caíram 0,82%, 0,88% e 1,33% ontem e 6,71%, 8,39% e 8,71% no mês, respectivamente. Com estes resultados, os recuos dos principais índices dos Estados Unidos no ano foram de 15,88%, 21,08% e 30,34%, também respectivamente, o pior primeiro semestre desde 1971.
 
Na agenda econômica de hoje, destaque para o PMI Industrial nos Estados Unidos e para a balança comercial de junho aqui no Brasil. Na Zona do Euro, foi divulgado o índice de preços ao consumidor de junho nesta manhã, que acumula alta de 8,6% em 12 meses, um recorde histórico. A inflação do bloco europeu continua muita afetada pela guerra na Ucrânia e deve forçar uma correção da política monetária em breve.

 
DESTAQUES NO BRASIL
 
No Brasil, a PNAD-Contínua divulgada ontem mostrou que o mercado de trabalho continua se recuperando na esteira da reabertura da economia, da atividade mais forte do que o esperado e apesar da forte correção monetária implementada pelo Banco Central. A taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio caiu para 9,8% de 10,5% na leitura anterior, a mais baixa desde janeiro de 2016. Importante ressaltar que esta queda aconteceu a despeito do aumento da taxa de participação (parcela da população que busca empregos), que subiu para 62,5% de 62,4% na leitura anterior. A população ocupada atingiu 97,516 milhões de pessoas, um recorde na base histórica. Os rendimentos também estão melhorando, com o rendimento médio real subindo 0,65%. Apesar do rendimento médio real ainda apresentar uma queda de 7,24% na comparação com o mesmo período do ano passado, o indicador continua diminuindo essa queda desde que atingiu o ponto mais baixo no trimestre encerrado em novembro do ano passado, leitura em que apresentou uma contração de 11,37%.
 
Ontem no Senado, foi aprovada a PEC dos Combustíveis, projeto que amplia o valor do Auxílio-Brasil de R$ 400 para R$ 600 e que pretende zerar a fila de espera do benefício. Além disto, o vale gás também foi ampliado e houve a criação de um auxílio de R$ 1.000 mensais para caminhoneiros autônomos. Foi incluído um auxílio-gasolina para taxistas, com custo limitado a R$ 2,5 bilhões. Com isto, a estimativa do custo total das medidas ficou em R$ 41,3 bilhões neste ano, a ser alocado fora do teto de gastos. O texto agora segue para a Câmara dos Deputados.
 
No Brasil, a bolsa também teve desempenho ruim no mês. Com queda de 1,08% ontem e de 11,50% em junho, o Ibovespa se mantém abaixo dos 100.000 pontos, fechando em 98.541 pontos ontem. No ano, a queda do índice está em 5,99%. No mercado cambial, o real teve forte depreciação em junho, com a alta de 1,4% na cotação do dólar ontem consolidando uma depreciação de 11,1% no mês, cotado em R$ 5,26. No ano, o real ainda sustenta uma apreciação de 5,7%. Nos juros futuros, tivemos queda ontem, mas no mês e no ano os contratos observaram um amplo aumento dos prêmios de risco.
Fontes: Folha de São Paulo, Valor Econômico, Estado, Globo, Gazeta do Povo, Goldman Sachs, JP Morgan, Gavekal, Capital Economics, Vital Knowledge, MCM, Pastore Associados, Bloomberg, Broadcast.

INDICADORES

 

FECHAMENTO DO MERCADO EM 30/06

 

· Ibovespa: 98.542 pontos (-1,08%)

· S&P 500: 3.785 pontos (-0,82%)

· Dólar (Ptax venda): R$/US$ 5,24  (+0,21%)

 
 

 
EXPECTATIVAS
 
Por mais um mês o tema central permanece sendo a inflação e a busca pelo seu controle. As últimas comunicações do BACEN (Banco Central) reforçam a mensagem que o fim do aperto monetário está próximo, porém é necessário um período maior com a SELIC elevada para que as expectativas inflacionárias voltem ao centro da meta. Já em outras economias observamos uma aceleração do aperto monetário mostrando mais uma vez que o tema de alta de juros será realidade em todos os mercados, a consequência é uma revisão global dos analistas para o crescimento e o receio dos investidores com um cenário de recessão.
 
O conflito na Ucrânia pressiona os preços das commodities, em especial as alimentícias e as ligadas ao setor de energia. Além disso, novas medidas de restrição contra a Rússia geram mais volatidade sobre os preços e o receio que o fornecimento de gás para Europa seja cortado. Na China, as cadeias produtivas ainda não se recuperaram completamente dos impactos causados pelo coronavírus e a política zero covid permanece impactando a sua normalização e gerando incertezas.
 
Por ora, o único país que permanece utilizando novos estímulos para manter sua economia aquecida é a China, isso ocorre em função das restrições que ainda são adotadas sempre que o número de casos de COVID sobe. Porém, com a redução do prazo de quarentena para visitantes é possível observar uma mudança em suas restrições, o que pode auxiliar na retomada das cadeias globais de produção. Na Europa e nos EUA, o movimento dos Bancos Centrais é acompanhado de perto e os frequentes pronunciamentos de seus representantes tem impactado o movimento de bolsas ao redor do mundo. A volatilidade se tornou rotina e as incertezas associadas a este momento.
Nos EUA, o mercado precifica que o ritmo de perto de 75 bps pode ser seguido na próxima reunião, a depender dos dados econômicos. Mas o cenário de uma taxa de juros mais alta nesse ano se mostra cada vez mais provável e, com isso, o receio de recessão na maior economia do mundo contínua crescendo, como consequência os principais índices americanos têm apresentado queda.
 
Desta forma, o cenário atual de taxas de juros elevadas favorece os investimentos em Renda Fixa, com exposição a emissões públicas ou privadas. Porém, enxergamos oportunidades na classe dos Multimercados, para quem possui um horizonte de médio/longo prazo para suas aplicações, diante da flexibilidade e agilidade dos gestores nas alocações de ativos. A diversificação continua sendo a nossa principal recomendação e, para isso, conte com as nossas Carteiras Modelo, que são propostas de combinações de produtos, buscando retornos diferenciados com equilíbrio de risco, de acordo com o seu perfil de investidor.
 
Fontes: Folha de São Paulo, Valor Econômico, Estado, Globo, Gazeta do Povo, Goldman Sachs, JP Morgan, Gavekal, Capital Economics, Vital Knowledge, MCM, Pastore Associados, Bloomberg, Broadcast.
 
 

CARTEIRAS MODELO

 

Em momentos como este, ter um profissional qualificado, que possa apoiar sua decisão sobre seu portfólio de investimentos é ainda mais importante. Por isso, nossos estrategistas elaboram as Carteiras Modelo, que são compostas por soluções de investimentos que buscam se beneficiar em um cenário de retomada da economia, combinadas a estratégias de proteção, que objetivam diminuir os impactos de momentos adversos, como o que estamos passando. Tudo isso, considerando sempre seus objetivos e perfil de risco. Continuaremos atentos aos movimentos de mercado e estamos aqui para apoia-la (o) em qualquer decisão.

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