Atualizado em 16-02-2022

por Equipe Santander

Quantas pessoas você conhece que ainda não entraram no universo dos investimentos pois pensam que essa atividade é só para quem tem muito dinheiro? Você também pensa assim? Então temos muito o que conversar!

A cada dia que passa, são criadas opções de investimento e maneiras diferentes de investir. Hoje em dia já dá para fazer tudo pelo celular, por exemplo. Ah, e tem para todo tipo de bolso também, com aplicação inicial de valor bem baixo e sem muitos riscos.

Por isso mesmo, preparamos este artigo com dicas valiosas para você começar a investir e fazer o dinheiro render mais. Se interessou? Então vem com a gente!

Entenda os tipos de investimento

• Renda Fixa

Em poucas palavras, a renda fixa é um tipo de investimento onde o investidor sabe como funcionará o rendimento antes de realizar a aplicação. Por exemplo, como funcionará o prazo, a taxa de rendimento e o índice que será usado para valorizar o dinheiro investido.

Na prática, você vai emprestar dinheiro ao governo ou a um banco, por exemplo, para receber de volta no futuro com juros aplicados. Já que todas as condições são acertadas antes do investimento acontecer, a Renda Fixa é mais indicada para os iniciantes, apesar de ser utilizada por praticamente todos os investidores.

• Renda Variável

Em contrapartida, a renda variável é imprevisível. O retorno monetário vai depender do mercado financeiro e ele é completamente imponderável e inesperado.

As ações da bolsa de valores, para citar um dos investimentos em renda variável, podem valorizar ou desvalorizar diariamente e são muitos os fatores que entram nessa equação. Não é possível afirmar com certeza o que irá acontecer nas próximas horas, dias e semanas.

Para se ter uma ideia, a pandemia da Covid-19 fez as ações listadas na B3, a bolsa de valores oficial do Brasil, caírem bastante em março de 2020 e, aos poucos, foram se recuperando ao longo do tempo.

Como começar a investir do zero

1. Conheça a sua capacidade financeira

Na hora de pegar um empréstimo, de refinanciar uma dívida ou de comprar um carro novo, é muito importante conhecer e organizar as suas finanças. Para entrar no mundo dos investimentos não é muito diferente. Na verdade, esse é o primeiro passo que você deve dar.

Tenha um fluxo de caixa pessoal, saiba quanto entra na sua conta todo mês, com todas as suas rendas, e quanto sai com as despesas fixas e previstas. Com esse controle atualizado regularmente, ficará mais difícil de criar dívidas. Assim, você entenderá quanto sobra no fim do mês e, consequentemente, quanto tem disponível para investir.  

Você também pode ler o nosso artigo onde damos dicas de como montar um orçamento mensal de forma simples.

2. Tenha objetivos e um valor estabelecido para investir

Como estamos falando de conquistas financeiras, é bom traçar objetivos para o futuro. E estamos falando aqui de três tipos de objetivos: de curto, de médio e de longo prazo. Para realizar cada objetivo, estabeleça uma meta de valor a alcançar e um prazo.

Em seguida, fixe um valor a ser aplicado todo mês. Lembre-se da sua realidade financeira, pois esse valor precisa estar dentro do possível para manter o seu bolso sem passar apertos desnecessários. Em um mês mais folgado, você pode aumentar um pouco o valor. Em contrapartida, se o mês teve algum gasto inesperado, diminua a quantia a ser investida. O importante é manter o equilíbrio e a constância.

Agora que você já sabe o valor disponível para investir, é essencial ter um banco seguro e sólido para te atender no mundo de um jeito rentável.

Invista com o Santander

3. Descubra o seu perfil de investidor

A sua personalidade afeta praticamente tudo que você faz na vida. Quer ver alguns exemplos? Se é uma pessoa comunicativa, provavelmente essa característica vai aparecer com frequência no ambiente de trabalho. Se é declaradamente amante da música, pode procurar uma profissão no universo artístico.

No mundo dos investimentos, cada pessoa também tem um perfil. Hoje, aqui no Santander, eles são separados em cinco diferentes categorias: conservador, moderado, balanceado, arrojado e agressivo. 

Essa distinção está relacionada ao nível de risco que você está disposto a correr, sempre levando em consideração a sua capacidade de recursos. Em primeiro lugar, é essencial descobrir qual o seu perfil, pois essa informação vai guiar muitas das suas escolhas e é com ela que você pode aumentar a assertividade nos investimentos que decide entrar.

Resumidamente, o investidor conservador procura por segurança e não gosta muito de correr riscos. Normalmente, investem em renda fixa, como títulos do Tesouro Direto. O conservador prefere faturar um pouco menos, mas faturar com certeza.

O moderado está disposto a correr riscos de eventuais perdas, buscando maior retorno no médio prazo. Já o perfil balanceado procura investir parte do dinheiro em investimentos de maior risco, aceitando eventuais perdas, na busca de retornos atrativos.

Por outro lado, o investidor arrojado tem objetivo de conseguir retornos altos no longo prazo, e por isso aceita as oscilações de mercado, assim como correr riscos mais elevados.

Por último, há ainda o perfil agressivo, associado ao investidor que entende as oscilações do mercado, aceita uma alta exposição em investimentos de maior risco e foca em rentabilidades expressivas no longo prazo.

Conceitos básicos para começar a investir

Para finalizar a nossa caminhada inicial repleta de dicas para você que quer começar a investir, vamos aprender três conceitos básicos importantíssimos e que está na vida diária de todo investidor.

• Rentabilidade

A rentabilidade é um número que você precisa estar sempre atento, pois mostra quanto o dinheiro investido vai render em determinado tempo.

Por exemplo: você investiu R$ 1.000 em uma aplicação que pode render 10% ao ano. Após 12 meses, sua aplicação terá rendido R$ 100.

• Liquidez

A liquidez é o tempo necessário para resgatar o dinheiro investido. Quanto mais alta a liquidez, mais rápido e fácil será para ter o dinheiro de volta na sua conta.

• Risco

O nome desse conceito é autoexplicativo, afinal, todo investimento tem um risco, que pode ser baixo, médio ou alto. Muitos fatores participam do risco de um investimento, como a economia nacional, a taxa de juros do mercado entre muitos outros. Em geral, há uma associação que pode ser feita: quanto maior a rentabilidade, maior o risco. Não é uma regra, ok? Mas é algo comum de acontecer.

O primeiro passo foi dado e você iniciou sua jornada para aprender a investir. Neste artigo, você recebeu uma boa quantidade de informações (e dicas) para te apoiar neste começo, mas siga buscando cada vez mais conhecimento, afinal, os investimentos podem ser complexos e precisam de estudo. Conte conosco para o que for preciso!