Atualizado em 22-04-2022

por Equipe Santander

Neste começo de 2022, os brasileiros que fazem as compras de casa estão reparando no aumento no preço dos produtos. A inflação, causadora disso tudo, alcançou mais uma categoria: a dos medicamentos. Em abril, o governo brasileiro autorizou o reajuste dos preços de remédios, ocasionando um aumento de até 10,89%. O reajuste ficou acima, inclusive, da inflação do ano anterior, que foi de 10,06% em 2021. 

Como funciona o reajuste de preço dos remédios no Brasil?

O Brasil segue uma regra em que o preço dos remédios não pode sofrer alteração por 12 meses, ou seja, nenhuma empresa pode aumentar o preço máximo estabelecido. Assim, uma vez por ano, o governo autoriza o reajuste e o aumento no custo de produção acumulado neste tempo serão incorporados ao preço dos medicamentos.
O aumento, na verdade, fica sempre a critério das fabricantes, podendo ou não acontecer. Se a empresa optar por aumentar, deve seguir o cálculo criado pelo governo.
Aproveite para ler também as causas e impacto da inflação no seu dia a dia.

Como economizar na compra de remédios?

Se está difícil de pagar as contas e você ainda precisa comprar medicamentos essenciais, é hora de economizar. E sempre dá para gastar menos, hein? Por isso, separamos quatro dicas simples para que você consiga ter mais tranquilidade na hora de comprar remédios.

Pesquise os preços do mesmo remédio em farmácias diferentes.
Na hora de fazer a feira, muitas pessoas passam por diferentes supermercados em busca de um precinho mais atrativo e essa diferença é facilmente encontrada. O mesmo acontece entre os fármacos, afinal, o preço de cada remédio pode variar de farmácia para farmácia. Faça uma breve pesquisa, passe em pelo menos três farmácias de diferentes empresas antes de realizar a compra.

Aproveite programas de fidelidade de planos de saúde, laboratórios e farmácias.
Praticamente todos os planos de saúde possuem planos de fidelidade, assim como laboratórios e farmácias. A ideia por parte da empresa é reter clientes, ou seja, te conquistar. Esses programas oferecem recompensas e descontos especiais, inclusive em remédios específicos em determinadas farmácias. Aproveite!

Medicamentos genéricos podem ser uma boa alternativa. 
Todo brasileiro já devia estar familiarizado com essa dica, mas não é o que acontece. Peça orientação para seu médico para indicar se existe algum equivalente genérico ao medicamento que você precisa. Pode ser uma boa alternativa para economizar sem perder a possibilidade de cuidar da saúde. 

Lembre-se do SUS
Para finalizar, tenha em mente que o Sistema Único de Saúde oferta gratuitamente alguns medicamentos, em nível ambulatorial, para tratamento de doenças ou de agravos de saúde. Pois é, de graça! Você pode conferir a lista completa dos remédios no site do Ministério da Saúde.

Quais fatores podem influenciar nos preços dos medicamentos?

As empresas fabricantes de medicamentos precisam seguir reajuste máximo estipulado pelo governo, que segue um cálculo com fórmula específica. O valor é definido levando em consideração: 

• A inflação medida pelo IPCA
• A produtividade do setor
• Energia
• Câmbio
• Fator de ajuste de preços relativos entre setores
• Fator de ajuste de preços relativos intrassetor

As contas apertaram. O que fazer?

Com o aumento de tantos produtos essenciais para o funcionamento e conforto da vida, é normal que no fim do mês as contas apertem. Mais do que nunca, faça um bom planejamento financeiro para não ficar inadimplente. Se você já está com dívidas na família, veja como se organizar financeiramente e sair das dívidas em poucos passos.

Caso precise fazer uma compra e o bolso está apertado, pense na possibilidade de pegar um crédito pessoal, dinheiro na conta para usar como quiser e dar aquele fôlego que você precisa para se organizar.

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*Todo conteúdo desta publicação foi tirado das fontes aqui informadas. Esse blog possui caráter informativo, não representando a opinião, recomendação ou posicionamento formal do Santander ou das empresas de seu conglomerado". Incluir fontes. Verificar com time de comunicação e redes sociais se há desconforto em tocar no assunto relacionado a medicamentos.

Fonte: G1 e Agência Brasil