Atualizado em 17-04-2024

por Equipe Santander

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A imagem tem o fundo na cor preta com a palavra ‘Colecionismo’ em destaque com letras coloridas, formadas por peças do jogo Tetris. Abaixo, a frase ‘O belo, o raro, o único’ com a data 19 ABR 2024 – 14 JUL 2024’.

É possível que, quando criança ou adolescente, você tenha feito algum tipo de coleção. Adesivos, brinquedos, acessórios, papéis de carta, canetas ou livros. E para muitos, essa não foi apenas uma fase: levando suas coleções a sério para a fase adulta, se tornaram colecionadores de peças únicas e que registram diferentes períodos da história. Essa prática recebeu o nome de Colecionismo.

E a atividade é, de fato, muito mais que um hobbie. Reunindo itens diversos selecionados por categorias ou interesses pessoais, as coleções retomam sinais arqueológicos datados de 400 até 600 mil anos atrás. Desde então, o ato de colecionar expressa a preservação de significados individuais ou sociais, tornando a memória visível e presente.

Compartilhando uma selecionada lista de coleções históricas e definitivamente peculiares, o Farol Santander São Paulo recebe, de 19 de abril a 14 de julho de 2024, a exposição “Colecionismo: o belo, o raro, o único”, com conjuntos exclusivos para serem apreciados de perto.

Neste artigo, vamos entender mais sobre o colecionismo e descobrir tudo sobre a mostra exclusiva que vai levar seus visitantes a uma viagem no tempo. Vamos lá?

O que é colecionismo e como ele surgiu?

Organizar, selecionar, trocar e expor objetos diversos é a prática que recebeu o nome de colecionismo. Os itens selecionados compõem coleções históricas, muitas delas com registros de centenas de milhares de anos. Ao classificar objetos conhecidos, os colecionadores lidam com a ideia do infinito revelando a forma ou critérios de escolha, dependendo do conhecimento da cultura.

O colecionismo surgiu em meados do século XVI, com os chamados “Gabinetes de Curiosidades”, que reuniam objetos raros divididos em diferentes categorias. O pioneiro na sua montagem foi Ove Worm (1688-1654), que publicou um inventário ilustrado de seus objetos.

Mais tarde, René Reamur (1683-1757) organizou na França o maior Gabinete de Curiosidades local, que depois foi incorporado à Collection Du Roi – até materializar o renomado Museu do Louvre.

Já nos tempos modernos, o colecionismo foi impulsionado pela Revolução Industrial e democratizou o acesso ao conhecimento e à tecnologia – o que ampliou os prazeres da prática para a classe média urbana.

Para o historiador Philipp Blom, “o colecionismo transforma o mundo, conferindo significado e beleza aos objetos, tornando cada item desejado um atributo material dos desejos infinitos do espírito.”

Leia também: Mergulhe na vida e obra de José Pancetti no Farol Santander São Paulo

Quais coleções poderão ser vistas na exposição Colecionismo?

Com curadoria de Carlos Augusto Mattei Faggin e Diana Malzoni, a exposição vai trazer uma lista de objetos bastante conhecidos e, ao mesmo tempo, muito curiosos. Serão expostas 17 coleções particulares compostas por itens históricos e raros.

 Confira algumas a seguir e como elas surgiram:

- Maquetes

Uma das coleções vai mostrar uma seleção de maquetes, catalogadas pelo arquiteto Marcio Mazza. Com mais de 120 peças, ele reúne itens que vão além de meros objetos e lembranças de viagens.

Inclusive, entre elas está uma maquete do próprio Farol Santander: "uma relíquia que representa a pujança da cidade que não pode parar - São Paulo", declarou Mazza.

- Brinquedos

Outra coleção bastante interessante da mostra é a de brinquedos – uma paixão do colecionador e consultor Rodrigo Moreno. Seu desejo por colecionar nasceu na infância, quando descobriu uma curiosidade incomum por seus próprios brinquedos.

Assim, surgiu uma carreira com colecionáveis: entre seus destaques, ele traz uma estátua do personagem Darth Vader - 1/4 Legacy Replica, do universo de Star Wars, premiada internacionalmente como Estátua do Ano em 2017.

- Máquinas de escrever

E para os amantes das letras, a exposição vai receber uma coleção de máquinas de escrever do redator e colecionador Sergio Type, que conta com mais de 50 peças. Estimulado pelos modelos usados por autores que ele admira, a máquina que iniciou sua coleção foi o modelo Olivetti Lettera 22.

Ele conta que David Bowie teve um modelo Olivetti Valentine que foi leiloado na Sotheby's, em Londres, por US$ 56.565,00 em 2015 – o que mostra apenas parte do real valor que as coleções podem ter. Outro modelo notável é a Olivetti Studio 44, em que Carlos Drummond de Andrade escreveu parte da sua obra.

“De uma forma orgânica, as máquinas de escrever mexeram com a minha memória afetiva. Não por nostalgia ou saudosismo, mas pela sensação de interagir com coisas reais, repletas de sensibilidade, emoção e histórias, muitas histórias”, conta o colecionador.

- Colheres

Com mais de 300 peças, o conjunto de colheres do colecionador Ricardo Marques de Azevedo está presente na família há mais de 80 anos. Sua origem remete ao início do século XX, quando o marquês Francesco de Canella, um expert e colecionador italiano mudou-se para o Brasil trazendo peças raras e detalhadamente artesanais.

Depois do falecimento do marquês, a coleção passou a ser herdada de geração em geração, o que foi apenas ampliando o conjunto. Assim, podemos ver hoje um pedaço da história das colheres, desde versões rudimentares até obras de arte em miniatura. "Cada colherinha conta uma história, um capítulo de um passado rico em detalhes e encantamento", conta Azevedo.

Na exposição, também poderão ser vistas coleções de:

- Óculos

- Canetas

- Carimbos

- Bicicletas

- Bancos (assento)

- Instrumentos musicais

- Bandejas

- Xícaras

- Acordeões

- Cartões postais

E muito mais!

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Confira as informações para visitar a exposição

O que: Exposição Colecionismo: o Belo, o raro, o único
Quando: De 19 de abril a 14 de julho
Onde: 20º andar do Farol Santander São Paulo - R. João Brícola, 24 - Centro Histórico de São Paulo
Valores:

Inteira – R$ 40

Meia – R$ 20

Cliente Santander – R$ 36

Visitação: de terça a domingo, das 9h às 20h, sendo o último acesso às 19h com permanência até às 20h.

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